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Lipocube

Propriedades e Mecanismos de Ação

As ADSCs exercem seus efeitos terapêuticos através de vários mecanismos:

1-Diferenciação: Podem se diferenciar em células de folículos pilosos, vasos sanguíneos e outras células do tecido conjuntivo, contribuindo para a reconstrução do microambiente capilar.

2-Secreção de Fatores de Crescimento: Liberam uma variedade de fatores de crescimento (como VEGF, HGF, IGF-1, FGF) que estimulam a proliferação e migração de células, promovem a angiogênese (formação de novos vasos sanguíneos) e nutrem os folículos pilosos.

3-Modulação Imunológica e Anti-inflamatória: Possuem propriedades imunomoduladoras e anti-inflamatórias, que podem ser benéficas em condições inflamatórias do couro cabeludo, como algumas formas de alopecia.

4-Efeito Parácrino: Atuam no ambiente local através da liberação de exossomos e outras vesículas extracelulares que contêm proteínas, lipídios e ácidos nucleicos, influenciando o comportamento das células vizinhas.

 

Aplicações em Queda de Cabelo e Saúde do Couro Cabeludo

 Alopecia androgenética (calvície de padrão masculino e feminino), aloecias cicatriciais e outras formas de queda de cabelo.

O objetivo é reativar folículos pilosos inativos ou enfraquecidos, promover o crescimento de novos fios e melhorar a saúde geral do couro cabeludo.

 Na alopecia androgenética, os folículos pilosos encolhem (miniaturização) devido à sensibilidade aos andrógenos. As ADSCs podem combater esse processo ao estimular o crescimento capilar, os fatores de crescimento secretados pelas ADSCs podem prolongar a fase anágena (crescimento) , melhorar a vascularização aumentando o suprimento sanguíneo para os folículos, fornecendo mais nutrientes e oxigênio, reduzindo a Inflamação.

Outras Condições Capilares Além da alopecia androgenética, as ADSCs também estão sendo exploradas para:

-Alopecia Areata: Uma doença autoimune que causa queda de cabelo o em manchas. As propriedades imunomoduladoras das ADSCs podem ser benéficas.

-Alopecias Cicatriciais: Podem ajudar na regeneração de tecidos danificados e na melhora da qualidade da pele em áreas cicatriciais, o que pode favorecer o crescimento capilar em alguns casos.

-Qualidade do Cabelo: Mesmo em indivíduos sem queda de cabelo significativa, as ADSCs podem melhorar a espessura, densidade e brilho dos fios existentes.

 

Procedimentos e Técnicas

 

O procedimento geralmente envolve as seguintes etapas:

1. Coleta de Tecido Adiposo: Uma pequena quantidade de gordura é coletada do próprio paciente, geralmente da região abdominal ou da coxa, através de um procedimento de minilipoaspiração minimamente invasivo e sob anestesia local. A quantidade de gordura necessária é relativamente pequena, variando de alguns mililitros a dezenas de mililitros.

2. Processamento e Isolamento das ADSCs: O tecido adiposo coletado é então processado em laboratório para isolar as ADSCs. 

3. Aplicação no Couro Cabeludo: A suspensão de ADSCs é então injetada diretamente no couro cabeludo do paciente, nas áreas afetadas pela queda de cabelo. As injeções são realizadas com agulhas finas e podem ser combinadas com microagulhamento para otimizar a distribuição e a absorção das células e fatores de crescimento. 

 

Eficácia e Segurança

 

-Aumento da Densidade Capilar: Muitos estudos relatam um aumento significativo na densidade e espessura dos fios de cabelo em pacientes tratados com ADSCs, especialmente na alopecia androgenética.

-Melhora da Qualidade do Cabelo: Observa-se uma melhor na qualidade geral do cabelo, tornando-o mais forte, brilhante e menos propenso à quebra.

-Redução da Queda de Cabelo: A terapia pode ajudar a reduzir a taxa de queda de cabelo, estabilizando a condição. Reativação de Folículos Inativos: As ADSCs podem estimular folículos pilosos que estavam em fase de repouso prolongada ou miniaturizados a retomar o crescimento.

 Uma das principais vantagens das terapias com ADSCs é o perfil de segurança favorável, principalmente devido ao uso de células do próprio paciente, o que zera o risco de rejeição imunológica e transmissão de doenças.

É crucial que o procedimento seja realizado por profissionais qualificados e em clínicas que sigam rigorosos padrões de biossegurança e ética.  

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